O habitáculo é silencioso, mas não chega a impedir por completo que ocupantes ouçam o incômodo ruído metálico característico do motor de três cilindros. As portas se fecham de maneira precisa, macia. Muitos têm comentado que o Argo é o melhor lançamento da Fiat em anos. À exceção da picape Toro, os últimos produtos da fabricante não são um sucesso de crítica. Problemas mecânicos, precificação não condizente com o segmento e a falta de confiança do consumidor foram alguns entraves encarados por inúmeros veículos (vide o Mobi). Contudo, voltemos a nos ater ao modelo aqui testado, o substituto de Punto e Bravo – mais especificamente, o Argo Drive 1.0. Lançado pela Fiat em 2017, o Argo recebeu suas primeiras modificações visuais em 2020.
- Já testei com gasolina na cidade só faz 10km/L.
- Versão de entrada traz direção elétrica, ar-condicionado, vidros elétricos dianteiros, alarme antifurto e travas elétricas, chave canivete com telecomando para abertura de portas, gancho universal para fixação cadeira criança (Isofix) e volante com regulagem de altura.
- De “perfil”, a caída no teto dá ao modelo um quê de esportividade.
- Para 2022, o hatch da Fiat vive a expectativa pela chegada do câmbio automático do tipo CVT que estreou no novo Pulse, assim como a opção do novo motor 1.0 turbo de 130 cv que também equipa o novo SUV.
- Além disso, o logo Fiat do volante é escurecido, assim como a peça central do painel e a moldura do console central.
Variação de Preços
O 1.0 Firefly entrega apenas 72 cv de potência quando abastecido com gasolina e 76 cv com etanol. Menos que seus principais concorrentes (78 cv do Onix e 75cv do HB20, ambos com gasolina). Só que o torque de 10,4 kgfm (gasolina) e 10,9 kgfm (etanol) é bem superior. O novo hatch, inclusive, é mais generoso que o Punto nesse aspecto – e olha que o “velho de guerra” tem apenas 1 cm a menos de entre-eixos que o novato. Quem se acomoda no banco traseiro dispõe de conforto para as pernas, mas o assento poderia ser pouco mais comprido.
Fiat Argo 1.0 Firefly Drive
O modelo deixou de usar o antigo emblema em formato de medalha da marca italiana para se adequar a nova filosofia de design, ganhando o logo Script e bandeira da Itália na grade dianteira. Nunca que o Argo faz isso, me arrependi de ter comprado. Apenas elogios para o consumo de combustível. A direção assistida eletricamente ganha peso de maneira adequada conforme a velocidade aumenta. Além disso, o acerto da suspensão, que absorve bem as imperfeições do solo, é primoroso. Além disso, o acerto do vaga-lume (tradução para firefly) permite que 80% deste torque esteja disponível já a 2.500 rpm.
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Há também a série S-Design, disponível para a versão Drive nas motorizações 1.0 e 1.3. No exterior há nova calota com pintura shadow (1.0) e rodas de liga leve de 15 polegadas com a mesma pintura (1.3). O retrovisor elétrico e o spoiler são pintados em preto, há faróis de neblina, friso lateral em dark chrome e badge S-Design. O modelo 2021 do Argo Trekking apresenta novos adesivos alusivos à versão no capô, na lateral inferior e na traseira.

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Em cidades com topografia acidentada o hatchback sofre um bocado. Internamente, o Argo Drive 1.0 também tem visual interessante. Os destaques vão para a tela TFT de 3,5” no quadro de instrumentos e para a (opcional) central multimídia UCONNECT, intuitiva e com boas respostas. A dianteira conta com elementos do Tipo europeu, mas os faróis são mais afilados e alongados que o de sua “musa inspiradora”. Os vincos do capô convergem para a grade enorme dividida ao meio em formato de colmeia e dão ao hatch tom mais agressivo. A série S-Design também está disponível, assim como a pintura bicolor da carroceria. Os propulsores Firefly 1.0 e 1.3, por exemplo, têm nota A no Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular.
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A inclinação da carroceria, construída com aços de alta resistência, é mínima. Contudo, prepare-se para dar aquela esticada, pois as retomadas são lastimáveis. Ultrapassagens só devem ser feitas com muita certeza. Muito diferente da barulheira típica da maioria dos modelos da marca. fiat argo 2020 são responsáveis por tal, o que é insuficiente. Os bancos são revestidos com material agradável e “abraçam” bem passageiro e condutor. Ambos têm nota A no Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular. Com 3 cilindros e 1.0 litro, o Argo tem 77 cv e 10,9 kgmf de torque com etanol. Quando 1.3, ele traz 4 cilindros, 109 cv e 14,2 kgmf de torque (etanol). Com 3 cilindros e 1.0 litro, a versão mais barata, o Argo tem 77 cavalos e 10,9 kgmf de torque com etanol. Quando 1.3, ele traz 4 cilindros, 109 cavalos e 14,2 kgmf de torque, também com etanol.
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Comprei um argo drive 1.0 já uso a um mês. Já testei com gasolina na cidade só faz 10km/L. Não dá para aproveitar uma tecnologia tão “década de 2000” em um projeto novo. Além disso, não é viável obedecer às indicações de trocas no painel. Elas objetivam a redução de consumo de combustível e, caso o motorista tente ser fiel às setas, o hatch fica frouxo. Por dentro, conta com bancos com tecido escuro e costura laranja, textura quadriculada e o logotipo Trekking bordado. Além disso, o logo Fiat do volante é escurecido, assim como a peça central do painel e a moldura do console central. Para 2022, o hatch da Fiat vive a expectativa pela chegada do câmbio automático do tipo CVT que estreou no novo Pulse, assim como a opção do novo motor 1.0 turbo de 130 cv que também equipa o novo SUV. Mas a Fiat peca quando apresenta o Argo 1.3 sem opção de câmbio automático, já que a GM tirou o Onix 1.4 automático (motor 4 cilindros) do mercado.Mesmo assim, o motor 1.0 de 3 cilindros é muito bom. Na estrada, com porta malas cheio e ar condicionado ligado e em 4 pessoas fiz média de 12,5 km/litro no álcool. A versão traz de série os itens da Drive 1.3 e acrescenta controles de tração e estabilidade, além de Hill Holder. Como pacotes opcionais, oferece o kit Plus (rodas de liga leve 15” exclusivas e câmera de ré) e o kit Full (Plus + Keyless Entry n’ Go e ar-condicionado digital automático). Como o próprio nome já diz, essa versão traz, sob o capô, o motor E.torQ 1.8 Flex de 4 cilindros com câmbio automático de seis marcas. Os equipamentos de série são semelhantes aos da Trekking 1.3.